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ENTREVISTA DIEGO VENTURA – ILUSÕES, PERSPETIVAS E APELO NO SEU REGRESSO AO MONTIJO

O BIEN desafiou o Cavaleiro e Maestro Diego Ventura para uma breve entrevista onde foram abordadas as ILUSÕES, PERSPETIVAS e  TODA A ENVOLVÊNCIA para a Corrida do SEU REGRESSO ao MONTIJO, domingo, dia 11 de Maio.

Serão lidados 2 Veiga Teixeira, 2 Guiomar Cortes Moura e 2 Los Espartales,  que serão pegados por uma seleção de 25 Grupos de Forcados.

 

Maestro Diego, qual é a sua perspetiva, ilusão e expectativa para a corrida de 11 de Maio, no Montijo?

As expectativas na corrida do Montijo são máximas. Para mim voltar a Portugal e voltar a tourear numa Corrida na cidade onde o meu Pai nasceu é muito importante! Ainda por cima uma corrida numa praça onde já tive a oportunidade de triunfar há muitos anos, nessa praça, e voltar a essa praça, para mim, é uma ilusão muito grande.

 

Já escolheu a quadra de cavalos que irá levar a praça essa tarde? Qual será? Serão todos da sua Coudelaria?

Na quadra há muitos cavalos do meu ferro (Diego Ventura), mas não, não irão só cavalos do meu ferro, vão também cavalos com o ferro Sociedade das Silveiras e irá também algum cavalo com outro ferro de Portugal.

Irão “cavalos estrelas”. Irá a quadra mais importante que tenho neste momento!

 

Ainda sobre os seus cavalos… Esta temporada apresentará cavalos novos na sua quadra? Qual a ilusão que tem nesses novos cavalos que irão entrar em praça pela primeira vez este ano? Apresentará alguma dessas “estreias” no Montijo?

Vão tourear cavalos já consagrados, como é o caso do Bronce, o caso do Fabuloso e do Guadalquivir que são cavalos de muita importância da minha quadra… o Lío… são cavalos que estão num grande momento e são cavalos muito importantes na quadra e depois também vão tourear cavalo novos, entraram este ano, cavalos com 5 anos, estão muito novos, mas são cavalos com muita qualidade… poderá ser o Querido, como poderá ser o Chiado, e também outro cavalo em que tenho uma grande ilusão, o Quitasueños.

Depois terei cavalos que estão num grande momento, cavalos importantes na quadra, como é o caso do Nivaldo e também o Nómada, que é outro cavalo filho do Nazarí  que é o cavalo que mais “seguridad” me dá neste momento.

 

Qual a sensação de tourear um mano a mano com Duarte Fernandes?

Tourear com o Duarte Fernandes este Mano a Mano para mim é algo muito importante, porque a primeira coisa que eu queria, ao voltar a Portugal, era um cartel importante e sobretudo dar oportunidade a toureiros que realmente merecem e que realmente podem dar um espetáculo “muita, muita bom”, como é o caso do Duarte, que está num grande momento. Acho que é dos toureiros de Portugal com melhores condições para chegar muito longe e marcar uma época em Portugal e no mundo inteiro.

Acho que o Duarte vai dar uma grande Corrida de Toiros, que pode ser muito importante para ele e para o toureio a cavalo em Portugal!

 

O que significa para si estarem presentes os 78 melhores forcados de uma seleção de 25 grupos, para pegar a corrida onde irá tourear?

A questão dos grupos foi uma ideia da empresa e eu, pela minha parte, acho que foi uma coisa “muito bonita, muita gira”, uma coisa que nunca se viu.

É uma coisa única! Acho que vão poder disfrutar de todos os grupos importantes que temos na nossa festa e para mim é um sonho poder “compartir” cartel com todos esses grupos e sobretudo com esses forcados tão importantes e que marcaram tanto a nossa festa.

 

Uma curiosidade…. Normalmente, quantas pessoas o acompanham num dia de Corrida? Qual será a equipa que irá levar ao Montijo? Diga-nos a pessoa que está sempre consigo num dia de Corrida de Touros.

A minha equipa é uma equipa muito importante para mim. Sem eles, praticamente seria impossível chegar a praça como posso chegar, da apresentação de cavalos a ter tudo controlado.

 “São muitos, são muitos”, são 3 pessoas com os cavalos, depois são 2 “chauffers” do camião, depois o “chauffer” da carrinha, depois são 3 bandarilheiros, o moço de espadas, ajuda, o apoderado… É uma equipa grande, uma equipa de muitas pessoas, mas o mais importante é que são de completa confiança minha, em quem eu confio plenamente e que fazem parte dos meus triunfos diários. É graças a essa equipa tão importante.

 

Qual é a sua rotina pré-corrida? O que nunca lhe pode faltar nesses dias?

A minha rotina é fácil porque é uma coisa, é estar sossegado, estar concentrado. Chegar de manhã, ver os cavalos, se tudo está bem. Depois, ver a Praça, ver o piso, ver os toiros, ver o sorteio, os toiros que me tocaram, e estar concentrado na corrida, estar calmo e estar “pendiente” às coisas que normalmente e habitualmente gosto de estar. Estar “pendiente” dos cavalos e de que tudo esteja a 100%.

 

Há alguma coisa que queira dizer aos aficionados antes deste grande dia?

O mais importante que eu posso dizer aos aficionados, em primeiro lugar, é dar os parabéns e agradecer infinitamente a todos esses aficionados que compraram o bilhete e que vão esgotar a Praça, para mim é uma coisa muito importante, que esgotem uma Praça numa data que não é tradicional e que venham ver este cartel.

Acho que a festa em Portugal precisa de coisas assim… de coisas especiais… sobretudo de corridas que tenham algum impacto social no mundo taurino.

Acho que tenho que agradecer muito essas pessoas que vão estar lá e sobretudo o apoio que eu sinto por todos eles. Também agradecer a todos os “ganaderos”, a todos os empresários, que contam comigo.

Que seja uma corrida de êxito e que disfrutemos muito todos com este dia!

 

Por: Rita Casquilho Ramalho

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