O BIEN desafiou o cabo do Grupo de Forcados Amadores de Montemor, António Cortes Pena Monteiro, para uma pequena entrevista onde foram abordadas as ilusões, expectativas e sensações do grupo para a ENCERRONA de dia 5 de Abril, em Santarém.
Serão lidados 6 touros de 6 ganadarias diferentes: Palha, Veiga Teixeira, Vale Sorraia, Murteira Grave, Romão Tenório e António Raul Brito Paes, que serão pegados pelos Grupos de Forcados Amadores de Santarém e Montemor.
António, qual a ilusão do Grupo de Forcados Amadores de Montemor para a grande ENCERRONA de João Moura Jr. Em Santarém?
Uma encerrona é um momento marcante para qualquer Toureiro e foi com grande alegria que o Grupo de Montemor recebeu o convite para estar presente neste marco na carreira do João Moura Jr.
Santarém é um palco especial e único, o ano passado tivemos o privilegio de festejar o dia de Portugal com Praça esgotada numa corrida que acredito que ficou na memoria de quem esteve presente. Espero que dia 5 se volte a repetir.
Com que expectativa encara o “confronto” com o Grupo de Forcados Amadores de Santarém, na praça de Santarém?
Dividir a praça com o Grupo de Forcados Amadores de Santarém é sempre especial. A história e a ligação entre os dois grupos são inquestionáveis, sendo ambos referências incontestáveis no mundo dos forcados. Partilhamos a mesma forma de estar em Praça, privilegiando a verdade ao pegar os touros.
Tal como em todas as corridas em que vestimos a jaqueta do Grupo de Montemor, o nosso propósito será sempre oferecer ao público um espetáculo digno, repleto de emoção e respeito pelo Forcado.
Qual é a sensação de estar a pegar esta corrida tão importante, com 6 ganadarias diferentes e importantes?
Os toiros são, sem dúvida, quem traz a verdade à festa, e nesta corrida teremos a presença de 6 ganadarias distintas, cada uma com o seu encaste e características próprias. Isso permitirá que se realizem vários tipos de lides e pegas.
Enquanto Forcados, temos de nos adaptar às exigências de cada toiro, sem nunca perder a identidade que caracteriza o nosso Grupo.
Por: António Meira Paulo e Rita Casquilho Ramalho








